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A saúde bucal correta do bebê

O acompanhamento desde a gestação, a utilização de produtos adequados, na quantidade certa e no momento correto, além da supervisão periódica do odontopediatra, são cuidados imprescindíveis para garantir o desenvolvimento dos dentes, a saúde bucal do bebê e 99,8% de sucesso, cientificamente comprovado, na prevenção de cárie para toda a vida.



A preocupação com a saúde dos bebês é uma constante. A alimentação correta, a hora de começar com as papinhas, o banho, os cremes... São tantos detalhes que a saúde bucal algumas vezes passa despercebida. Quais produtos utilizar e a partir de qual idade? São indagações que, certamente, os pais de primeira viagem não sabem responder, até mesmo os mais experientes, e que fazem toda diferença para garantir um belo sorriso e qualidade de vida, mesmo na fase adulta. Mas, não se desespere. Não é à toa que a odontologia brasileira é considerada uma das melhores do mundo, pois há especialistas altamente capacitados em todas as especialidades, além da alta tecnologia a favor do setor.

O Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Lima, odontopediatra da TopDent, por exemplo, possui experiência de mais de 30 anos no atendimento clínico de bebês, crianças e jovens. Por isso, ele ensina que os cuidados da higiene bucal do bebê devem começar ainda na gestação. “A saúde dos dentes depende, primeiramente, da saúde da mãe durante a gravidez. Essa condição é determinada por meio da boa alimentação e também pela prevenção das enfermidades junto ao especialista, evitando, desta maneira, dentes mal formados e como consequência mais susceptíveis à formação de cárie”, explica.
Embora nos primeiros meses de vida a alimentação da criança seja à base de leite materno, parte dos pais higieniza as gengivas do bebê e, ainda por cima, utilizam algodão, cotonetes ou algo similar para essa tarefa. O Odontopediatra alerta, porém, que esses artifícios não têm nenhum tipo de eficácia comprovada e pode até comprometer a saúde bucal.

“Nesses primeiros meses não há necessidade de realizar qualquer tipo de higienização, uma vez que o equilíbrio biológico da boca é preservado por meio da amamentação materna que garante boa imunização e a satisfação das necessidades físicas e emocionais do bebê. Qualquer instrumento, material ou substâncias industrializadas na cavidade bucal pode levar a algum tipo de contaminação, prejudicando a saúde do bebê, até mesmo instrumentos preconizados como dedeiras com cerdas, por exemplo”, alerta o odontopediatra.
Pasta, escova dental e odontopediatra: quando é a hora?


Toda higienização, escovação e limpeza dos dentes devem ser realizadas de maneira que se consiga eficiência de 100% na remoção da placa bacteriana para evitar a cárie. Se ela for parcial, os resultados não serão satisfatórios. Em média, a partir dos seis meses de idade surgem os primeiros dentinhos. Portanto, diz o especialista, é indicado a criança iniciar a freqüentar o consultório odontológico nessa idade, pois, além de receber a orientação correta sobre os melhores produtos para higiene bucal diária, os pais podem garantir a saúde oral do seu filho pelo resto da vida. Há, inclusive, clínicas que assumem essa tarefa integralmente, o que deixa os pais mais tranqüilos e livres da responsabilidade que é o dentista.

“Atualmente, por exemplo, existe a chamada odontologia do acompanhamento, idealizado e praticado pela TopDent desde 1993. Trata-se do atendimento odontológico preventivo que prioriza manter em equilíbrio toda a região da boca, trazendo um resultado de 99,8% de sucesso contra o surgimento de placa bacteriana por toda vida, cientificamente comprovado”, indica Dr. Lima.

Com as instruções do odontopediatra, a criança pode começar a utilizar alguns produtos para auxiliar a higienizar a cavidade bucal, mas, com algumas ressalvas.  “É importante que se introduza o hábito de escovar os dentes, mas sempre procurando o equilíbrio biológico. Quanto à pasta de dente, ela deve ter a função somente cosmética e não de limpeza, que dizer, para tornar a escovação agradável e proporcionar aroma agradável, mas não deve conter substâncias químicas que podem interferir na biodiversidade da cavidade bucal provocando desequilíbrios, principalmente o flúor que pela sua toxidade pode produzir fluorose, um tipo de má formação de esmalte”, alerta.

O odontopediatra ainda lembra que a escova deve ser sempre muito macia e com milhares de cerdas para não prejudicar os dentes e as gengivas. Ela deve ser trocada por outros modelos na medida em que a criança for crescendo, mas sempre com a orientação do especialista acerca do melhor modelo. “Existem três dentições: a decídua, mista e permanente. Para cada uma delas existe uma escova mais adequada em função do tamanho dos dentes e da cavidade bucal. Essa mudança de escova ocorre em função do conforto da pessoa e da orientação do especialista”, conclui.
Fonte: Dr. José Eduardo de Oliveira Lima – Professor da USP e cirurgião-dentista especialista em odontopediatria da TopDent. Professor livre docente do departamento de odontopediatria, ortodontia e saúde coletiva da faculdade de odontologia de Bauru – USP. Professor nas áreas de graduação, especialização e pós-graduação, coordenador do curso de especialização em Odontopediatria. www.topdent.com.br
 
 

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