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Como manter a pele bonita durante o verão

No verão, é necessário estabelecer uma rotina diária para combater os efeitos da exposição excessiva ao sol e aos raios ultravioleta. Calor, sol, umidade, água salgada, cloro das piscinas, vento e ar condicionado trazem danos à saúde da pele, cabelos e unhas. Céu nublado ou luz de ambientes fechados também são prejudiciais.



Para manter uma aparência mais saudável e jovem, não há substituto para os exercícios regulares. Há diversos cuidados que podem ajudar a garantir uma pele saudável, especialmente no verão. A principal recomendação é evitar a exposição ao sol das 10 às 16 horas. Em caso de dúvidas, não deixe de consultar um dermatologista.Confira algumas orientações para garantir uma pele saudável no verão:


1. Coma mais frutas e hortaliças – Ricas em antioxidantes, como as vitaminas A, C e E, as frutas e hortaliças também possuem um alto teor de sais minerais e fibras, além da água e dos ácidos alfa-hidróxi e beta-hidróxi. Máscaras faciais caseiras feitas com frutas são bem vindas nesta estação.
2. Hidrate-se – O fato de não sentirmos sede não significa que o organismo não esteja precisando de água. Portanto, beba água, chás, sucos naturais e orgânicos e água de coco, essenciais para repor os sais minerais. A água de coco possui baixo valor calórico e repõe eletrólitos como sódio e potássio em casos de desidratação ou durante atividade física intensa. Mas atenção: hipertensos e diabéticos não devem exagerar. A água de coco fornece muito sódio e glicose (100ml contêm 105mg de sódio). É bom também evitar bebidas que contenham cafeína, álcool e muito açúcar, pois aumentam a desidratação.

3. Use filtro solar - Os efeitos do sol são cumulativos, determinando o estado da pele no futuro. O “tom bronzeado” após a exposição ao sol é uma defesa do organismo, como uma resposta a uma agressão. Portanto, use diariamente pelo menos um filtro solar FPS 15 nas áreas expostas e outro mais potente na hora de se expor ao sol. O protetor deve ser aplicado 30 minutos antes da exposição solar e reaplicado duas ou três vezes ao dia pois perde o efeito geralmente duas horas depois. Espalhe de modo que fique uma camada espessa sobre a pele. É bom lembrar que não é suficiente proteger apenas o rosto, o peito e as costas. O filtro deve ser aplicado no couro cabeludo, lábios, orelhas, mãos e pés.
4 – Proteja-se do sol - É fundamental também a proteção física, com bonés (de preferência, com tecido FPS), chapéus (de trama fechada), camisetas, óculos de sol (com FPS) e guarda-sol de tecido grosso (os de náilon não protegem da radiação). Os raios UVA e UVB passam pelo vidro do carro, portanto, os motoristas também devem ter suas mãos e braços protegidos. Crianças devem usar chapéus e camisetas e sua exposição ao sol deve ser limitada. Filtro solar apenas depois dos seis meses e somente os específicos para crianças.

5 – Use o protetor adequado – O protetor solar deve ser escolhido de acordo com seu tipo de pele:
a) Desidratada: loção ou emulsão porque combinam água e óleo;
b) Mista, oleosa ou com tendência à acne: gel porque é livre de gordura e álcool, além de conter muita água;
c) Normal: spray porque sua boa textura facilita a aplicação nas costas e outras regiões mais difíceis, além de resistir ao suor e à água pois possui óleo;
d) Normal, oleosa ou sensível: sérum, fluido ou gel-creme porque são feitos com água e óleos leves.

6 – Proteja seus lábios - O estresse e a maior exposição ao sol baixam a imunidade, facilitando a manifestação do herpes labial em quem já possui a doença. Para diminuir o risco, é indicado o uso de protetor solar específico para essa região, com FPS mínimo de 30.

7. Proteja o cabelo - O cabelo e o couro cabeludo também sofrem de fotoenvelhecimento e de doenças relacionadas às exposições abusivas. O uso de água doce para retirar o sal ou cloro é vital. Opte por um protetor específico para o cabelo. Há opções em creme para pentear, spray ou leave-in com FPS quaternizado. Também enxague o cabelo com água fria para ajudar a torná-lo mais forte e brilhante. Use um boné ou chapéu pois o sol passa pelo cabelo com facilidade e atinge o couro cabeludo de forma mais agressiva do que o resto da pele. Indivíduos com pouco cabelo podem vir a ter ceratoses, que são lesões pré-malignas do couro cabeludo, e devem consultar um dermatologista.

8 – Atenção aos hidratantes - Use hidratantes que contenham protetor em suas fórmulas. É muito importante prestar atenção ao tipo de óleo – mineral ou vegetal – que os hidratantes têm como princípio ativo. O óleo vegetal é extraído de plantas, enquanto o mineral é derivado de petróleo e é mais barato. Os óleos minerais não penetram na derme; apenas lubrificam a superfície e dão a sensação de hidratação. Porém, a pele humana não reconhece o óleo mineral, que costuma deixá-la oleosa e não hidratada, facilitando o aparecimento de acne.

Cuidado também com os conservantes presentes em hidratantes, que podem trazer malefícios à saúde. Os parabenos, por exemplo, penetram na pele e se depositam nas glândulas, indo direto para a corrente sanguínea e alterando os níveis de estrogênio. Devem ser evitados por gestantes, lactantes, crianças e pacientes sob diversos tratamentos (câncer, reposição hormonal e terapias crônicas).

9. Diga ‘não’ ao bronzeamento artificial – Este método é tão prejudicial à saúde quanto a exposição natural aos raios ultravioleta. Além do foto-envelhecimento cutâneo, pode desencadear casos de câncer de pele (carcinoma basocelular e espinocelular) e outras doenças. Produtos autobronzeantes ou bronzeadores de uso tópico contêm diidoxiacetona, que é regulamentado como cosmético. Esta substância se liga à ceratina na superfície cutânea, produzindo um pigmento marrom que enfraquece com a descamação das células da camada córnea. É bom tomar cuidado para evitar o surgimento de dermatite de contato causada pela substância em uso.

10. Previna-se do melanoma – De acordo com a Academia Americana de Dermatologia (AAD), este é considerado o mais grave de todos os cânceres, por causa da alta possibilidade de metástase. Faça autoexame regular da pele e procure seu dermatologista, caso apareça ferida que não cicatriza; mancha escura; nódulo duradouro; alterações em pintas já existentes (aumento, modificação da cor, prurido ou sangramento).

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